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quinta-feira, 3 de dezembro de 2020
Maternidade e Amamentação
A maternidade traz consigo responsabilidades e uma realidade muitas vezes desconhecida pelas mulheres. Entre os processos de adaptação está a amamentação. Muitos não sabem, mas o leite materno não é produzido apenas nas mamas, mas também depende do psicológico da mulher, muitos fatores, inclusive neuropsicológicos, podem colaborar para uma amamentação bem-sucedida. Deve haver orientação profissional e muita paciência em todo o processo. Quando não é possível a amamentação, é preciso reconhecer a possibilidade e os avanços que existem e confiar nos profissionais de saúde que acompanham o desenvolvimento da criança. A mulher, como protagonista desse momento deve ser ouvida, respeitada e acolhida, sem julgamentos. As mães que por algum motivo não puderem amamentar, é importante que mantenham bastante contato pele a pele com seu filho, segure no colo, olhe nos olhos durante esse momento, assim como poderá ter a possibilidade de estabelecer uma amamentação mista.
Por enfermeira Soninha
Silva
@amamentareessencial
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Educação Domiciliar Durante Pandemia Tem Sido Desafio Para os Pais
Devido à pandemia
do novo Coronavírus, as crianças e adolescentes estão em casa com os pais, que precisam se adaptar a uma nova rotina e ao grande desafio de conciliar o trabalho e as tarefas de casa com as atividades escolares dos filhos, o que representa um grande desafio. As maiorias dos pais trabalham fora de casa e desde o nascimento de seu filho não tem a oportunidade de ficar com ele, terceirizando o processo de educação, e isso faz com que os filhos cresçam sem a presença dos pais. Nos dias atuais, a falta de relação entre pais e filhos, que não sabem como se relacionar e nem sua posição dentro da família, tem se destacado, pois não percebem o quanto sua presença e valores fazem a diferença na educação de uma criança. Os pais devem prestar mais atenção em seus filhos, atender no momento em que ele solicita, sendo eles, observados, ouvidos, amados acompanhados, abraçados, necessitando de disciplina e limites, para que o processo de crescimento não perca os limites, que é a situação atual dessas gerações devido ao distanciamento dos pais. Muitos usam o trabalho, e outros afazeres, como desculpa para eles mesmos compensarem a ausência que está ocorrendo. As famílias precisam entender que o papel da escola é de parceria e não de terceirização, o papel principal da educação dos filhos pertencem aos pais, à creche-escola desenvolverá um ensino sistemático e o processo cognitivo dessa criança. É comprovado cientificamente que os alunos melhoram muito sua performance escolar quando os pais acompanham sua vida de estudante. A escola tem 30% e os pais 70% de responsabilidade pelo rendimento escolar da criança e do adolescente. O professor tem sua parcela de responsabilidade, mas existem muitos outros fatores que prejudicam o aprendizado, tais como, a evolução da criança em questão de valores, os conflitos familiares, a falta de estrutura e estimulo para os filhos estudarem em casa, pais sem interesse no valor do estudo, pais alcoólatras, miserabilidades, entre outros fatores.Nesse momento de pandemia, onde obrigatoriamente está havendo mais proximidades com os filhos, é importante que os pais entrem em comum acordo, e organizem seu tempo e as tarefas que estão sob a responsabilidade do filho, mantendo-os em supervisão, para que assim sejam capazes de cumprir seus compromissos escolares e as tarefas estabelecidas em casa. Estabelecer a rotina, estipular horário de dormir, acordar, comer, estudar, brincar é uma maneira de ajudá-los a conquistar novas aptidões, criar autonomia de realizarem suas atividades que já possuem capacidade de realizar sozinhos, e a organizar seu tempo. Assim vai ficar claro para as crianças e adolescentes que estudar e participar nas tarefas domésticas não é uma escolha, mas que faz parte da vida de todos.
Por enfermeira Soninha Silva
@amamentareessencial
(48) 984276730
terça-feira, 1 de setembro de 2020
DICAS DE AMAMENTAÇÃO por enfermeira Soninha Silva
Por enfermeira Soninha Silva
segunda-feira, 31 de agosto de 2020
Problemas do Casal Não São Problemas dos Filhos
Por Enfermeira Soninha Silva
Os papéis mais comuns dentro de uma família são os de casal e as
relações de pais e filhos. E apesar de conectados, não devem prejudicar um ao
outro. Quando marido e mulher se desentendem, divorciados ou não, o
ideal é que suas relações de família não se percam, pois não há motivos para
envolver os filhos. É preciso separar os papeis e manter o clima
saudável para as crianças, pois merecem respeito e não tem nada a ver com isso.
A honestidade é o melhor caminho para a tranquilidade dos filhos. Se
a mãe não concorda com a autorização do pai, não devem expressar essa
discordância na frente da criança. O ideal é que o casal entre em
comum acordo, equilibre a decisão para poder dar a resposta. Os pais
são a referência na vida dos filhos na fase infantil. Tanto que para tudo o que
fazem, questionam aos pais, ou observam se os pais estão prestando a atenção
neles. Os dois precisam ter papeis igualitários para que os filhos
sintam firmeza e união de seus responsáveis.
Para que os filhos possam ser felizes, não deve levar problemas que eles
não têm competência para resolver, caso envolva as crianças nesses conflitos, a
tendência é elas se sentirem culpadas. Mas não precisa deixar de falar
diretamente com os filhos, que percebem e sentem o que está acontecendo.
Nessa hora cabe aos pais, saber filtrar até que ponto eles devem participar,
sem criar sobrecargas desnecessárias, tendo uma conversa franca e equilibrada
sobre qualquer situação. Esse tipo de postura permitirá que as crianças cresçam
com mais maturidade e preparo para os desafios da vida.
Porém quando o casal deixa que a emoção fale mais alto, aumenta a
dificuldade em manter a harmonia no lar. Caso isso ocorra, é importante lembrar
que sempre é possível recomeçar. Seja através de terapias, para o casal,
individual e até mesmo para as próprias crianças, evitando assim que seus
filhos cheguem à adolescência ou fase adulta sem traumas e com equilíbrio.



