28/06/18 14:07 – Via whatsapp : “Minha visão sobre
amamentação depois que o Lucas nasceu mudou
bastante. Não achava que as pessoas tinham
problema ao amamentar, achava que era algo que acontecia de forma natural, como
aconteceu com a minha primeira filha. Sem problemas e de forma prazerosa. Ninguém
me contou que a pega correta poderia ser difícil de conseguir e que isso
poderia me causar dor, sangramentos e fissuras nos mamilos. E ainda, que tudo
isso me causaria grande culpa por pensar em desistir da amamentação. Foi
chegando ao meu limite de dor que resolvi procurar ajuda profissional. E foi aí
que a Soninha entrou em cena me orientando e me tranquilizando emocionalmente
sobre a amamentação do meu filho, que para mim já estava em risco. As campanhas
em prol da amamentação mostram mães felizes, que fazem aquilo de uma maneira
tranquila e perfeita. Mas na vida real nem sempre é assim. Creio que isso
contribua para que as mães que enfrentam problemas para amamentar não se vejam
incluídas nesse estereótipo e desistam. Enfim, sobrevivemos... hoje com 1 mês
Lucas continua com amamentação exclusiva e eu sem dores, feliz pela
oportunidade de ter tido apoio para não desistir.” Obrigada por tudo Soninha!
Sua ajuda foi essencial na amamentação do Lucas!
Sozinha teria desistido. Lisiane
Pagnussat
Consultora especializada em amamentação - (48) 98427 6730 Espaço destinado ao apoio, promoção e proteção da amamentação. Laserterapia Pós- parto Curso de Gestante LIFELEITE - CONSULTORIA EM AMAMENTAÇÃO E LOCAÇÃO DE BOMBAS TIRA LEITE MATERNO - MEDELA
sexta-feira, 29 de junho de 2018
terça-feira, 19 de junho de 2018
Dicas para a relação do casal após chegada do bebê
Construa um
ambiente amoroso no Lar, o que conta para o bebê é a qualidade do acolhimento
afetivo e simbólico por meio do qual os adultos lhe garantem um lugar seguro e
de reconhecimento.
É no Lar que as crianças
aprendem sobre amor pela primeira vez, em parte com a mãe e em parte com o pai,
trabalhando em equipe. Casais com um bom casamento se tornam bons pais e
seus filhos colhem os benefícios. Devem dar ao seu filho o presente do
amor, da segurança e uma sensação de pertencimento que só podem derivar de uma
demonstração contínua de amor um pelo outro como marido e mulher. Um
relacionamento conjugal saudável e vibrante é essencial para a saúde
emocional dos filhos. Os casais devem continuar a viver, a vida não pára
depois que o bebê chega. O ritmo pode diminuir por algumas semanas, mas não
deve parar por completo. Protejam e preservem o relacionamento, namorando
seu cônjuge, continuando a fazer os gestos amorosos que eram apreciados antes
da chegada do bebê. Se o pai leva para a casa um presente para o bebê,
aproveita e leva um para a mãe também. Os gestos de amor que tornavam o
casamento especial antes da chegada do bebê precisam continuar a ser especiais
ao longo dos anos de criação dos filhos. Cultivem a hora do sofá, pelos
menos 15 minutos, todos os dias, sentados com o cônjuge falando dos
acontecimentos do dia. Quando a criança percebe harmonia no relacionamento pai
e mãe, a estabilidade se espalha por todo o lar. Com o tempo, à
medida que o bebê crescer, os pais devem separar uma caixa de brinquedo para
ele brincar enquanto o papai e a mamãe tem seu momento juntos.
Recado para os casais que planejam ter um bebê
Para ajudar a reduzir o
estresse que um bebê pode trazer a uma casa, os pais devem separar tempo e
trabalhar as expectativas de uma relação ao outro, antes do nascimento do
nenê. Devem dividir as atividades domésticas, pois os primeiros dias em
casa com o bebe são os mais difíceis simplesmente porque tudo é novo e
desconhecido.
Pais Solteiros
Já os pais
solteiros enfrentam desafios na criação dos filhos, necessitam maximizar seus
recursos emocionais e intelectuais, a despeito de seu estado civil. Eles
têm trabalho dobrado nos cuidados e responsabilidades de criar um bebê, ao
mesmo tempo em que costumam equilibrar as funções de dono de casa,
provedores e pais. Com certeza amam seu filho com a mesma intensidade que
qualquer casal e desejam dar a ele a melhor chance na vida.
Enfermeira Soninha Silva
Curso de Gestante Clinica Tio Infantil Cecim / Florianópolis/SC

Quando: 07/07/2018
Horário: Das 8h as 12h
Valor: 150 reais o casal
Com Enfermeira Soninha Silva
TEMAS
ü
Como montar o enxoval do bebê;
ü
Parto normal, cesariana, anestesias e cuidados
no pós-parto;
ü
Preparação para amamentar;
ü
Aleitamento materno e como superar dificuldades;
ü
Aula prática de cuidados com bebês (banho troca de
fralda, cuidados com o umbigo);
ü
Cuidados com o recém-nascido: massagem para
cólica, posição para arrotar, posição no berço, sono;
ü
Primeiros
socorros: cuidados com engasgos, quedas, febre.
Fornece certificado para
a licença de paternidade responsável.
Inscrição: (48) 99639-7777
sexta-feira, 4 de maio de 2018
COMO ORGANIZAR A AMAMENTAÇÃO NA VOLTA AO TRABALHO:
Se você tem um bebê próximo à fase da transição da alimentação ou vai voltar ao trabalho e gostaria de esclarecer dúvidas e aprofundar conhecimentos para favorecer essa nova etapa, bem como refletir sobre nutrição infantil saudável, humanizada e que desenvolve a autonomia do próprio bebê, participe desta Oficina com a enfermeira Soninha Silva.
Data: 26 de maio – sábado – das 8h às 12h
Local: Clinica Infantil Tio Cecim
Valor: 90 reais
Para inscrições: (48) 3211-5582 ou whatsapp 996397777 / soniabia@gmail.com
Data: 26 de maio – sábado – das 8h às 12h
Local: Clinica Infantil Tio Cecim
Valor: 90 reais
Para inscrições: (48) 3211-5582 ou whatsapp 996397777 / soniabia@gmail.com
CONTEÚDO:
O que? Quanto? Quando e como introduzir os alimentos?
Compreendendo o comportamento e as características do bebê na alimentação (relação com desenvolvimento motor- cognitivo – sensorial – personalidade);
Continuidade do aleitamento materno nessa etapa: como garantir a produção, técnicas de extração e congelamento do leite materno;
Qual a melhor forma de oferecer o leite para o bebê quando a mãe está ausente (copinhos, mamadeiras, colheres e utensílios). Refletindo sobre a maturidade sensório – motora – oral (prontidão, engasgos, cuidados nessa fase);
Aspectos práticos da introdução da alimentação complementar. Ansiedades, medos, dúvidas e a relação com o bebê;
Organizando a rotina do bebê durante a fase de transição alimentar (horários, rotina, ritmo do bebê, trabalho da mulher);
Como voltar ao trabalho com o coração dividido?
O que? Quanto? Quando e como introduzir os alimentos?
Compreendendo o comportamento e as características do bebê na alimentação (relação com desenvolvimento motor- cognitivo – sensorial – personalidade);
Continuidade do aleitamento materno nessa etapa: como garantir a produção, técnicas de extração e congelamento do leite materno;
Qual a melhor forma de oferecer o leite para o bebê quando a mãe está ausente (copinhos, mamadeiras, colheres e utensílios). Refletindo sobre a maturidade sensório – motora – oral (prontidão, engasgos, cuidados nessa fase);
Aspectos práticos da introdução da alimentação complementar. Ansiedades, medos, dúvidas e a relação com o bebê;
Organizando a rotina do bebê durante a fase de transição alimentar (horários, rotina, ritmo do bebê, trabalho da mulher);
Como voltar ao trabalho com o coração dividido?
Atenção: Agendo , no máximo 12 inscrições , para poder discutir e aprofundar a questão da rotina de cada família e ainda favorecer a prática com os bebês – Podem levar seus bebês!!!
#ficaadicaenfermeiraSoninhaSilva
#ficaadicaenfermeiraSoninhaSilva
segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
Refluxo em bebê: Entenda o que é e como cuidar do recém-nascido
As “golfadas” ou
regurgitações são o retorno do alimento e das secreções do estomago para o esôfago,
boca e exterior. Comuns em crianças novinhas normais (primeiros meses de vida),
mais podem ocorrer em crianças doentes.
O refluxo ocorre devido a
imaturidade dos mecanismos que devem impedir que o conteúdo gástrico retorne
para o esôfago. Com o passar dos meses, essa imaturidade vai diminuindo e as “golfadas”
vão desaparecendo.
- Crianças sadias: Ganham peso, não manifestam choro ou sinal de desconforto, não tem sintomas de doenças respiratórias. O material que eliminam é leite parcialmente digerido, sem aparência de borra de café. Esse é o refluxo fisiológico (normal).
- Crianças doentes: Têm choro excessivo, irritabilidade, dificuldade para ganhar peso, anemia, manifestações de doença respiratória e eliminação de leite com resíduos semelhantes a borra de café. Essas portam refluxo patológico.
MEDIDAS SIMPLES PARA EVITAR O REFLUXO
- Dar menos volume de alimento por vez;
- Dar preferência ao leite materno;
- Se usar a mamadeira realizar a técnica correta;
- Para as crianças que não mamam no peito, há leites especialmente preparados que os médicos indicam;
- Não forçar a ingestão de alimentos;
- Colocar o bebê para arrotar em pé no colo do pai ou da mãe de modo que não faça nenhuma pressão ou força para que a criança arrote;
- Não balançar a criança após a alimentação;
- Não pressionar a fralda sobre o abdômen da criança , como a exercida pelas fraldas apertadas;
- Manter a criança sempre com o tronco e com a cabeça mais altos que os membros ( ângulo de 30º) ;
- Não manter a criança curvada;
- O “bebê conforto”, além de quente é desconfortável, aumenta a pressão dentro do abdômen o que pode agravar as golfadas para a doença refluxo, não é recomendado.
- As crianças portadoras de doença do refluxo devem ser mantidas eretas, no colo da mãe por cerca de 30 minutos;
Em situações de anormalidades a criança deve ser levada ao médico para que solicite exames e parecer gastroesofágico.
#Ficaadicaenfermeirasoninhasilva
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